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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Paranaenses lançam fermentador para cerveja caseira com tecnologia inovadora

Produto elimina chances de contaminação devido a sua engenhosidade

Roni e Fausto com o novo fermentador para cerveja caseira

O consumo de cervejas vem mudando no Brasil. A cada dia surgem mais pessoas que valorizam a qualidade das produções artesanais, ou até mesmo se aventuram em produzir suas próprias cervejas em casa.

Atualmente, o país é o terceiro maior produtor de cerveja artesanal do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da China, segundo dados da Abracerva. Existem cerca de 800 cervejarias artesanais espalhadas por diversas regiões brasileiras, número que aumenta 25% ao ano. 

Aproveitando a alta deste mercado e levando em conta que a maior parte desta produção começa em casa, dois curitibanos resolveram empreender neste segmento e criaram um fermentador de cerveja único com uma tampa de utilidades que elimina contaminações.

Esta história, como a maioria nesta área, começou de modo ocasional. Com profissões e habilidades completamente distintas, foi a vontade comum de empreender e transformar seus hobbys em negócio que os uniu para criar um produto inovador neste segmento. 

Fausto Pio de Miranda, Engenheiro Naval, sempre gostou de produzir cervejas em casa. Roni José Antunes, técnico em telecomunicações, tornou-se especialista em plásticos na medida em que crescia e acompanhava o pai na empresa da família, uma fabricante de materiais plásticos também de Curitiba.

“Enquanto tentava aperfeiçoar a produção de cervejas em casa, percebi a falta de um fermentador mais prático e seguro. Comprei alguns para experimentar, inclusive de outros países, mas nenhum proporcionava a experiência que tinha em mente. Assim, pedi ao Roni que me ajudasse a produzir um novo equipamento e ele topou”, conta Fausto.

Foram dois anos de estudo e aprimoramento que resultaram na criação do Izzibeer: um fermentador com capacidade de produção de 30 litros e fabricado em pet transparente, o que possibilita a quem o esteja utilizando acompanhar o processo de fermentação do começo ao fim.

Contudo, o que torna o fermentador ainda mais diferente e que abriu os olhos dos amigos para a construção de um negócio próprio foi a sua tampa.

"Inventamos uma tampa com conexões que permitem manuseio da bebida durante o processo de fermentação sem a sua abertura total, evitando contaminações. Ele também é o único que possui esta tampa de utilidades”, conta Roni Antunes.

Roni explica que as conexões são destinadas à introdução de gás CO2, de sonda termométrica para controle de temperatura e volume, e válvula para a retirada da bebida sem contato com os resíduos que comumente se formam no fundo do fermentador. E ainda outra conexão destinada ao pressurizador faz com que fermentador transforma-se em uma chopeira.

“A tampa também possui o diferencial de ser larga e totalmente extraível para uma prática e completa limpeza do recipiente”, explica Roni.

Entre suas demais características estão um fundo esférico, que garante resistência à pressão para uma boa fermentação e posterior carbonatação, e duas opções de bases: plástica e inox. Além disso, uma alça na tampa torna o transporte seguro da cerveja para refrigeradores e a conexão para o termômetro possibilita o controle da temperatura direta do líquido em fermentação: processo fundamental para a composição de uma bebida de qualidade.

"Hoje em dia, os grandes apreciadores de cerveja artesanal estão buscando, além do prazer de consumir esta boa bebida, o de produzir a sua própria cerveja e servi-la aos amigos e familiares. Este é um mercado em crescimento e por isso nossas expectativas são as melhores", diz Fausto Miranda.

O fermentador também pode ser utilizado por micro cervejarias para produção artesanal ou até mesmo por laboratórios de indústrias cervejeiras para a criação de novas receitas. Além de cervejas, nele podem ser produzidas outras diversas bebidas fermentadas, como vinhos, iogurtes, kombuchas (chás fermentados de origem coreana) e outros.

O produto é fabricado integramente no Paraná através de empresas parceiras. A empresa criadora, que levou o nome de Biertek, possui a capacidade de produção de 5 mil fermentadores caseiros por mês e mantém nos planos a exportação do produto para outros países.

Serviço:

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Tecnologia IBM otimiza produção de vinhos na Argentina

Se você já comeu abacate, batata, frutas vermelhas, quinoa ou soja, ou tomou vinho, suco de laranja ou limonada, é muito provável que esse alimento tenha começado seu caminho em algum país da América Latina.

Foto: Divulgação

A diversidade nas condições climáticas e florestais resulta em uma enorme variedade de cultivos colhidos em toda a região. 

Mas você já se perguntou como as melhores uvas se transformam no vinho que você toma para acompanhar sua refeição? 

Com tecnologias de ponta, como IoT, inteligência artificial (IA) ou Blockchain, podemos garantir o equilíbrio ambiental, obter maior presença internacional dos produtos de nossa terra e garantir a origem e a qualidade de nossos ingredientes. E na Argentina, a Ecoclimasol já está trabalhando nisso. 

A Ecoclimasol, empresa especializada em soluções de gerenciamento de risco climático para diferentes áreas, desenvolveu a plataforma ClimaVista Wine, que permite aos produtores de vinho otimizar o rendimento e aumentar a qualidade de seus produtos por meio de uma análise extensiva do comportamento da colheita. 

Para isso, são coletadas informações de estações meteorológicas e sensores de IoT estrategicamente localizados por meio do sistema de comunicação Sigfox. Tudo é armazenado e processado na nuvem pública da IBM e usa a IA para melhorar as previsões, criar modelos mais precisos do ciclo da uva, cuidar do meio ambiente, e prever riscos e doenças. 

Serviço:


quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Mercosul assina acordo que pode beneficiar a Cachaça

Acordo de Proteção Mútua de Indicações Geográficas (IG) entre países do Mercosul, assinado pelo governo federal, pode beneficiar a proteção da Cachaça no bloco

Foto: Divulgação

O Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC) comemora o acordo para a Proteção Mútua de Indicações Geográficas (IG) entre os países do Mercosul. Assinado entre uma série de acordos realizados na cúpula de chefes de Estado, que foi encerrada no ultimo dia 05 de Dezembro, no Rio Grande do Sul, a negociação vai permitir que produtos de um país integrante do bloco sejam automaticamente reconhecidos no outro país membro. 

De acordo com Carlos Lima, diretor executivo do Instituto Brasileiro da Cachaça - IBRAC, o acordo representa uma evolução significativa na proteção de ativos brasileiros, como a Cachaça, um produto genuinamente nacional, cuja história está intrinsecamente ligada à história do Brasil, e que gera mais de 600 mil empregos diretos e indiretos. Em 2018, o Brasil exportou para o Mercosul U$ 2,8 milhões de dólares de Cachaça, o equivalente a 2,2 milhões de litros da bebida. (fonte: ComexStat) e o reconhecimento poderá representar mais investimentos na exportação. 

Primeira indicação geográfica do Brasil, a Cachaça é hoje protegida no Chile, Colômbia, EUA e México e seu reconhecimento já faz parte dos acordos assinados entre o Mercosul e a União Européia. 

Serviço:


terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Cereser Spritz agora no Pão de Açúcar, Extra e Carrefour

Sucesso de vendas, a bebida que se tornou verdadeira coqueluche para a temporada de verão ganha destaque nas prateleiras de grandes redes de supermercado

Foto: Divulgação

A Cereser Spritz, inovação no mercado de bebidas alcoólicas tipo aperitivo pronta para beber, acaba de chegar às lojas do Pão de Açúcar, Extra Hipermercados e Carrefour. Lançada em setembro, a Cereser Spritz teve excelente aceitação no mercado e rapidamente conquistou os consumidores jovens adeptos de coquetéis a base de espumantes, pela sua praticidade. Já que para saborear a Spritz, basta adicionar gelo e rodelas de laranja. 

“A Cereser Spritz é mais um dos nossos produtos que chega para conquistar novos consumidores, rejuvenescendo a marca de maneira criativa”, afirma Edgar Galbiatti, gerente de marketing da CRS Brands, fabricante da Cereser. 

Inspirada no coquetel que virou sucesso nas festas e nos bares da Europa e do Brasil e seguindo a tendência mundial de espumantes para se tomar com gelo, a Cereser Spritz tem teor alcoólico de 11,7%, superior ao da sidra tradicional, que tem 5,5%, e deve ser servida em uma taça de vinho de boca larga. 

A Cereser Spritz pode ser encontrada nas unidades do Pão de Açúcar, Extra Hipermercados e do Carrefour de todo o estado de São Paulo. 

CRS BRANDS desde 1926 

A empresa, que se destaca entre as mais expressivas indústrias brasileiras de bebidas alcoólicas da América Latina, é também detentora de diversas marcas. Além da Sidra e Frizée Cereser e dos tradicionais vinhos Dom Bosco e Massimiliano, a empresa produz a Chuva de Prata, o vermouth Cortezano, vodkas Kadov e Roskoff, aguardente 88, aperitivo com malte whisky Chanceler, e os espumantes Georges Aubert. Seus produtos são exportados para mais de 40 países na América Latina, África e Ásia. 

Serviço:

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Danoninho aposta em linha de produtos mais saudáveis e nutritivos

Marca icônica acompanha nova geração de pais e lança produtos com ingredientes de origem natural, menos açúcares e mais sabor para as crianças

Foto: Divulgação

O famoso Danoninho, da Danone, presente no mercado nacional desde 1973, e líder de vendas na categoria no Brasil, evolui com os pais que procuram por uma alimentação cada vez melhor para seus filhos, e apresenta novos produtos que demonstram o objetivo da marca em levar aos seus consumidores opções mais nutritivas, mantendo um sabor delicioso para as crianças. 

O novo momento de Danoninho traz como assinatura "Crescer assim é natural" e a marca traz duas inovações pioneiras que são tendência no mercado brasileiro de alimentação infantil. Em 2016, segundo o Sebrae, houve um crescimento de 10% dos consumidores de orgânico no país, tendo como grande motivação a saúde. Também foi apontado nesta pesquisa que 64% dos produtos comprados por famílias com crianças são naturais ou orgânicos. 

Para acompanhar a nova geração de pais, a marca acaba de lançar o Danoninho Orgânico, que é o primeiro iogurte orgânico do mercado infantil, com selo de certificação, feito apenas com ingredientes de origem 100% natural, adoçado com açúcar orgânico, sem fertilizantes químicos ou agrotóxicos, livre de transgênicos, sem corantes e sem conservantes. Disponível em duas versões: morango e original, com preço sugerido de R$3,49, já está disponível em supermercados do Brasil 

A outra inovação de Danoninho também segue o mote de naturalidade trazido pela marca, com uma nova opção para a lancheira das crianças, feita também com ingredientes de origem natural: o Danoninho Bebida Vegetal. Com o aumento do consumo de produtos à base de vegetais, Danoninho traz uma opção feita para todas as crianças, que pode ser levada para a escola ou viagens e consumida de forma prática, pois não precisa de refrigeração. O Danoninho Bebida Vegetal é um produto sem leite e naturalmente sem lactose, com quantidade de açúcares inferior à média de achocolatados lácteos do mercado, além de ser fonte de zinco, rico em vitaminas D, B2 e B12 e com 40% do cálcio recomendado por dia. Nos sabores amêndoa e cacau e amêndoa e banana, com preço sugerido de R$ 3,49. 

O novo momento da marca Danoninho impacta também seu produto tradicional e mais conhecido, o Danoninho Petit Suisse, agora com nova fórmula, ainda mais natural e com menos açúcares. 

Com aromas naturais e colorido com frutas e extratos de vegetais, o novo Danoninho Petit Suisse ainda é fonte de cálcio, rico em vitamina D e feito com leite fresco de produtores locais e frutas. 

Em uma pesquisa feita pela empresa, a nova fórmula foi testada e aprovada por mais de 400 mães e seus filhos. 

Desde o início das melhorias, a marca já reduziu em mais de 40% os açúcares do produto. A embalagem reformulada também agradou: a comunicação visual adotou o rótulo fosco e trouxe o kraft, com destaque para os diferenciais, o que imprime toda nutrição e naturalidade do produto. O preço sugerido é de R$ 5,49 (embalagem 320g). 

Danone 

O Grupo Danone é um dos líderes mundiais no setor de alimentos e reúne três divisões: Lácteos e bebidas à base vegetal, Águas e Danone Nutricia. Sempre de forma inovadora e saborosa, a Danone está presente em mais de 140 países nos cinco continentes, conta com mais de 100 mil colaboradores e 190 fábricas. Presente no Brasil há mais de 45 anos, desde o lançamento do primeiro iogurte com polpa de frutas à variedade de opções dos dias de hoje, a Danone revolucionou os hábitos de consumo e conquistou o paladar dos brasileiros, consolidando-se como sinônimo não só de iogurte, mas também de nutrição, saúde, qualidade e inovação. No Brasil o portfólio é composto por marcas de sucesso como Activia, Danoninho, Bonafont, Sustain, Souvenaid, entre outros. 

Serviço:

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

"AGORA VOCÊ PODE!". Grupo Heineken no Brasil incrementa seu portfólio e apresenta Heineken 0.0 versão sem álcool da cerveja premium mais vendida no Brasil

Desenvolvida ao longo de vários anos, Heineken 0.0 chega para reforçar a veia inovadora da marca holandesa, possibilitando novas ocasiões de consumo e maior equilíbrio no dia a dia, sem abrir mão do sabor.

Foto: Divulgação

Com o mote “Agora você pode!”, e com o objetivo de liderar a categoria de cervejas sem álcool, o Grupo HEINEKEN no Brasil apresenta ao público Heineken 0.0, versão zero álcool da marca de cerveja preferida pelos brasileiros, de acordo com pesquisa realizada pela MindMiners para o J.P. Morgan. O produto chega para oferecer aos consumidores novas ocasiões de consumo sem deixar de lado um estilo de vida equilibrado e sem abrir mão do sabor. A novidade contará com fabricação nacional, além de manter exatamente a mesma receita já consolidada em mais de 50 países no mundo. Heineken 0.0 estará disponível no mercado brasileiro no primeiro trimestre de 2020. 

Composta por ingredientes naturais e pela exclusiva levedura A, a Heineken 0.0 é uma cerveja refrescante e encorpada na medida certa, digna do selo de qualidade Heineken®. Puro malte, o lançamento não tem adição de outros cereais, além de contar com apenas 69 calorias por Long Neck, sendo destinada às pessoas que apreciam o sabor da cerveja, mas não necessariamente os efeitos do álcool em determinados momentos do dia. Criada em 2017, na Holanda, Heineken 0.0 também traz a icônica garrafa verde, porém acompanhada de um rótulo azul cor associada à categoria sem álcool. 

“Estamos comprometidos com a introdução de novos produtos para atender às necessidades do consumidor, e com Heineken 0.0 queremos fortalecer a posição inovadora do Grupo HEINEKEN no Brasil, contribuindo para uma tendência global que gira em torno da importância do consumo equilibrado de álcool”, explica Maurício Giamellaro, presidente do Grupo HEINEKEN no Brasil. 

“Como uma cervejaria pioneira vamos liderar a categoria sem álcool no Brasil. Há dez anos atrás apresentamos aos consumidores um novo mercado de cervejas da mais alta qualidade com a chegada de Heineken® original. Agora, com Heineken 0.0 apresentaremos uma bebida para adultos que pode ser consumida em diferentes momentos do dia”, explica Bram Westenbrink, vice-presidente de marketing do Grupo HEINEKEN no Brasil. 

Heineken 0.0 é ideal para ser consumida em momentos como almoços, durante o trabalho, antes de dirigir e, até mesmo, após a academia, pois tem apenas 69 calorias por Long Neck. 

“Acreditamos que os brasileiros aguardavam ansiosos por uma opção de cerveja sem álcool de qualidade, que fosse puro malte e, acima de tudo, saborosa. Heineken 0.0 é uma excelente opção para aqueles que procuram um estilo de vida equilibrado. Agora você pode!”, finaliza Bram. 

A Heineken® planeja o lançamento oficial de Heineken 0.0 no primeiro trimestre de 2020 em diferentes canais de varejo no Brasil, incluindo os principais supermercados, lojas de conveniência, bares e restaurantes, entre outros locais. O produto estará disponível nas opções de garrafas Long Neck e latas. 

Grupo HEINEKEN no Brasil 

O Grupo HEINEKEN chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA e, em 2017, adquiriu a Brasil Kirin Holding S.A ("Brasil Kirin"), tornando-se o segundo player no mercado brasileiro de cervejas. O Grupo gera mais de 13 mil empregos e tem 15 unidades produtivas no país, sendo 12 cervejarias, localizadas em Alagoinhas (BA), Alexânia (GO), Araraquara (SP), Benevides (PA), Caxias (MA), Igarassu (PE), Igrejinha (RS), Itu (SP), Jacareí (SP), Pacatuba (CE), Ponta Grossa (PR) e Recife (PE), duas micro cervejarias em Campos do Jordão (SP) e Blumenau (SC) e uma unidade de concentrados para refrigerantes em Manaus (AM). No Brasil, o portfólio de cervejas do Grupo HEINEKEN é composto por Heineken®, Sol, Amstel, Kaiser, Bavaria, Eisenbahn, Baden Baden, Devassa, Schin, Glacial, No Grau e Kirin Ichiban. O portfólio de não alcoólicos inclui Água Schin, Schin Tônica, Skinka e os refrigerantes Itubaína, Viva Schin e FYs. Com sede em São Paulo, a companhia é uma subsidiária da HEINEKEN NV, a maior cervejaria da Europa. 

Serviço:

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Cargill lança solução que reduz teores de gorduras saturadas em sorvetes, cremes e bebidas lácteas

Lévia+c permite melhor estabilidade térmica, é mais resistente ao calor e mantém cremosidade dos produtos 

Foto: Divulgação

Em consonância com a crescente tendência pela busca de produtos mais saudáveis, a Cargill lança mais um produto em sua linha de gorduras: Lévia+c. Utilizando uma tecnologia desenvolvida em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), a nova gordura permite a redução dos teores de gorduras saturadas em sorvetes, cremes e bebidas lácteas, proporcionando cremosidade, consistência e textura ideais ao produto acabado. 

Lévia+c chega ao mercado como uma alternativa mais saudável e competitiva para a substituição das gorduras tradicionais. Com um conteúdo de apenas 35% de saturados e um teor máximo de gordura trans em 2%, Lévia+c apresenta a mesma estrutura física de uma gordura tradicional, por isso permite uma significativa redução no teor de gordura saturada no produto acabado. De acordo com Fernanda Toledo, gerente da categoria Óleos e Gorduras da Cargill, “o principal benefício para o consumidor final é a redução de saturados em percentuais ao redor de 30%, a depender do tipo de produto, além de ótimas características sensoriais”. 

Ainda sobre o fácil manuseio e homogeneização durante o processo de produção de sorvetes, Lévia+c favorece a emulsão e mantém a cremosidade dos produtos, além de possuir cristalização estável, excelente estabilidade térmica e resistência ao calor, o que evita um rápido derretimento do sorvete durante o consumo. 

“O sorvete possui uma estrutura bastante complexa e sensível, é extremamente delicado e não existe apenas um ingrediente para cada função. A combinação e interação entre estes ingredientes promove uma estruturação adequada, por isso a escolha de cada componente deve ser minuciosa e criteriosa. Aliando nossa expertise com o conhecimento científico da UNICAMP, queremos proporcionar o que há de melhor e mais funcional aos nossos clientes e seus consumidores finais”, explica Fernanda. 

Cargill 

Os 160 mil funcionários em 70 países trabalham para atingir o propósito de nutrir o mundo de maneira segura, responsável e sustentável. Todos os dias, conectamos agricultores com mercados, clientes com ingredientes e pessoas e animais com os alimentos que precisam para prosperar. Unimos 154 anos de experiência com novas tecnologias e insights para sermos um parceiro confiável aos clientes dos setores de alimentos, agricultura, financeiro e industrial em mais de 125 países. Lado a lado, estamos construindo um futuro mais forte e sustentável para a agricultura. No Brasil desde 1965, somos uma das maiores indústrias de alimentos do País. Com sede em São Paulo (SP), estamos presentes em 17 Estados brasileiros por meio de unidades industriais e escritórios em 147 municípios e 11 mil funcionários. 

Serviço:


quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Sunset Brew participará de uma das maiores campanhas de ação social já promovidas no meio cervejeiro: a Global Gathering

As cervejarias Brewgooder e Sunset Brew unem forças em uma campanha para levar água potável a 100.000 pessoas no Malawi

Foto: Divulgação

É fato que as cervejarias artesanais vêm mostrando uma preocupação cada vez mais acentuada com a qualidade de seus lúpulos, leveduras, processo de fermentação e, acima de tudo, com a ousadia na combinação de elementos a criarem sabores únicos. 

No entanto, mais do que proporcionar sabores deliciosamente complexos, muitas delas contribuem para causas sociais arrecadando alimentos, doando parte de seus lucros ou mesmo organizando eventos de arrecadação de fundos. Nos últimos três anos, uma cervejaria, em especial, tem se destacado nessa nobre empreitada: a escocesa Brewgooder.

Fundada em 2016 por Alan Mahon, a Brewgooder é uma cervejaria artesanal que nasceu com um projeto social bastante ambicioso: levar água potável a um milhão de pessoas carentes no Malawi, doando 100% de seus lucros a instituições de caridade focadas em saneamento básico. Desde sua abertura, já foram realizados mais de 132 projetos que transformaram a vida de mais de 65.000 pessoas. 

Visando impulsionar os resultados dessa missão, a Brewgooder lançou a campanha Global Gathering, onde 500 das melhores cervejarias ao redor do globo dentre elas a Sunset Brew  produzirão um pequeno lote de cervejas a serem lançadas, todas, no mesmo dia: 20 de março de 2020. A intenção da campanha é levantar fundos para impactar a vida de 100.000 pessoas que ainda não possuem acesso à água limpa. 

Apreciador da marca e admirador dos valores da empresa, Alan Mahon fez questão de convidar a Sunset Brew para juntar-se à causa.

” Escolhemos cervejarias a dedo, que sentimos que são ótimas e compartilham nossos valores para contribuir com uma bebida única e especial lançada no mesmo dia: 20 de março de 2020, e usar essa cerveja para arrecadar fundos que serão investidos em projetos no Malawi;” explica Alan.

Eduardo Petry, sócio fundador da catarinense Sunset Brew, fala sobre sua participação na campanha:

“Ficamos muito honrados quando o Alan nos chamou para fazer parte de um projeto tão nobre, de enorme relevância social, juntamente com as maiores cervejarias do mundo. Ainda na semana passada, conversamos bastante e ele pediu para que trabalhássemos juntos na procura de cervejarias no Brasil que, além do interesse em participar dessa campanha, partilhem dos mesmos valores e qualidade da Sunset. Isso e o fato de termos sido a primeira cervejaria brasileira a ser convidada são uma espécie de termômetro da qualidade de nossos produtos e dos valores pregados e compartilhados com nossos clientes;” comenta.

A campanha Global Gathering, não por coincidência, irá do dia 20 ao dia 22 de março, quando é comemorado o Dia Internacional da Água. 

Sunset Brew

A catarinense Sunset Brew está no mercado desde 2016 e seu portfólio conta com cinco rótulos fixos. A empresa também mantém parceria com duas cervejarias internacionais, dividindo receitas com a Darling Brew, da África do Sul, e com a Two Birds, da Austrália. Em 2018, liderou a iniciativa de recriar a Imperial Black Rhino, na Fourpure em Londres, em um projeto que congrega sete cervejarias dos cinco continentes. Sem mencionar um de seus maiores sucessos de vendas: a Nightfall. Hoje, o time da Sunset conta com mais de 30 colaboradores apaixonados por cerveja, que sempre seguem o rino e vibram com cada vitória e conquista da cervejaria.

Serviço:

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Green Mining completa 1 ano e alcança marca de 500 toneladas de embalagens coletadas

•Startup de logística reversa inteligente recupera resíduos pós-consumo e encaminha à reciclagem ou reutilização, evitando 83 mil quilos de CO2 
•Geradora de empregos no país, possui 30 coletores registrados em carteira em três estados brasileiros 

Equipe da Green Mining durante a festa de 1 ano da startup

Com propósito ambiental, social e econômico, a Green Mining celebra um ano de ação de logística reversa inteligente, mostrando que assumiu a responsabilidade de solucionar um dos problemas relacionados ao descarte de embalagens pós consumo, coletando 500 toneladas de resíduos, principalmente vidro e evitando a emissão de mais de 83 mil quilos de CO2 desde o início da ação, em novembro do ano passado. 

"Tudo que temos conquistado é graças aos nossos funcionários, parceiros, clientes e amigos que acreditam no nosso projeto e se dedicam, de corpo e alma, para a preservação do meio ambiente. É difícil encontrar palavras para descrever o orgulho que sentimos com os resultados que alcançamos. Este é só o começo, o primeiro ano de muitas realizações que estão por vir”, afirma Rodrigo Oliveira, presidente da startup. 

Ao coletar grande quantidade de recicláveis com eficiência de custo, a Green Mining tem garantindo, também, respeito à mão de obra empregada ao capacitar e contratar 30 funcionários, entre eles ex-catadores que já trabalhavam com reciclagem de maneira informal. 

A ação, que consiste no processo de coleta de embalagens em bares e restaurantes, é feita de maneira ambientalmente correta, por meio de triciclos e sem emissão de gás carbônico, encaminhando todo o material à reciclagem ou reutilização, evitando que os resíduos sejam descartados em aterros. Por meio de um aplicativo, criado pela própria startup, é possível obter informações como data e local da coleta, quilos e destinação dos recicláveis. 

"Com o nosso sistema, que utiliza tecnologia Blockchain, fazemos o mapeamento dos pontos de maior geração de resíduos e escolhemos o próximo endereço para a instalação de uma central de recebimento denominada HUB, local de armazenamento de todo o material coletado nas imediações. Na sequência, os resíduos são enviados às usinas e empresas de reciclagem, devolvendo as embalagens ao ciclo de produção”, explica Rodrigo Oliveira. 

Com HUBs em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, totalizando 17, em 2020 a ação deve chegar em mais estados do país, alcançando a meta de 100 HUBs. 

No site da Green Mining é possível acompanhar, em tempo real, o total das coletas realizadas nos mais de 600 bares e estabelecimentos parceiros. 

Reconhecimento internacional 

Além de ter fechado 10 parcerias e acordos nacionais e internacionais nos últimos meses, a Green Mining venceu a Climate Ventures maior competição de ideias em negócios verdes do país -- e representou o Brasil na final global que aconteceu em Amsterdã (Holanda). Já em Nova York (Estados Unidos), no evento Super Demo Day que ocorreu na sede global da AB InBev, a startup apresentou os resultados para investidores, organizações e associações de alto impacto. 

Na Sardenha (Itália), Rodrigo Oliveira mostrou os números da Green Mining no 17º Simpósio Internacional de Gestão de Resíduos um dos principais fóruns de resíduos sólidos da Europa. 

Em Bruxelas (Bélgica), durante a Conferência Internacional de Cooperação Urbana (International Urban Cooperation IUC), promovida pela União Europeia, assinou uma carta de intenções com uma agência de desenvolvimento regional da Polônia, que já é a parceira do Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (CIOESTE). 

Green Mining 

Startup fundada em 2018 para criar soluções em reaproveitamento de embalagens, a Green Mining detém um sistema inteligente de logística reversa que consegue identificar os locais de maior geração de resíduos pós consumo, além de capacitar e contratar catadores de rua para uma coleta sustentável, que evita a emissão de gás carbônico. A Green Mining é uma das 21 empresas selecionadas em todo o mundo pela cervejaria Ambev, por meio do programa 100+ Accelerator, que visa impulsionar o progresso dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) e os Objetivos de Sustentabilidade 2025 da multinacional, que inclui dez desafios, lançados a cientistas, especialistas e startups de tecnologia. 

Serviço:

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Especialistas discutem nova legislação sobre água de coco, em Brasília

Mapa quer aprimorar regras com nova instrução normativa; sugestões devem ser justificadas.

Representantes do Mapa
(Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) durante a audiência pública realizada na última terça-feira (26), em Brasília - Foto: Divulgação

Especialistas e representantes do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) discutem melhorias da legislação da água de coco no Brasil. O órgão receberá, até a próxima segunda-feira (2), contribuições para a elaboração da norma que trata do PIQ (Padrões de Identidade e Qualidade) do produto.

A Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa realizou, na última terça-feira (26), uma audiência pública para ouvir e receber sugestões e comentários. O tema foi submetido à consulta pública no mês de junho por 75 dias. Foram recebidas diversas contribuições. O objetivo do órgão é aprimorar o conteúdo da instrução normativa IN nº 27, de 22 de julho de 2009, com atualizações que envolvem o tema de água de coco, lançando uma nova legislação. 

A audiência pública reuniu representantes do ministério, parlamentares, representantes de empresas e associações. Após a leitura da minuta da nova norma, a sessão foi aberta para novos comentários e sugestões dos participantes. 

Uma das mudanças discutidas durante a minuta foi a denominação do produto. Hoje, a bebida tem designação acrescentada no método de conservação, como “água de coco pasteurizada” ou “esterilizada”. 

No novo texto, a denominação do produto se refere aos ingredientes e métodos de obtenção, como água de coco integral ou padronizada ou concentrada ou desidratada ou reconstituída. 

A adição de frutose e (ou) sacarose para a padronização do produto também está sendo avaliada. O texto da minuta coloca o limite como 0,5%, menor que o atual valor de 1%. Esse parâmetro foi fortemente discutido pelo setor por conta da sazonalidade da fruta, visto que no período de entre safra é mais difícil atingir o valor de sólidos solúveis (°brix) do que no período sazonal. 

A princípio, a adição de aditivos, como antioxidantes, será mantida. Caso a empresa não faça uso desse tipo de matéria prima ela poderá utilizar a frase “sem aditivos” no seu rótulo. Porém, o uso de edulcorantes será vedado. 

Os parâmetros físico-químicos foram discutidos também, em especial o pH (potêncial de Hidrogeniônico) da água de coco. O órgão não encontrou dificuldades para atender a sugestões dos participantes quanto ao tema, desde que sejam enviadas justificativas adequadas ao departamento. 

Já os padrões microbiológicos estarão em consonância com os padrões da Anvisa, visto que a RDC 12/2001, que trata sobre padrões microbiológicos para alimentos, está em processo de revisão pela agência. 

A expectativa do órgão é publicar nova regulamentação ainda este ano. As contribuições podem ser enviadas para o e-mail da chefia da Divisão de Promoção da Participação Social do Mapa 

Serviço:

Anuário IB 2022