Lapiendrius

Verallia

terça-feira, 11 de maio de 2021

Kombucha SUPERNOVA, o novo lançamento da Interfood

Importadora investe em bebidas funcionais e naturais

Foto: Divulgação

Atendendo a demanda do mercado e a mudança no perfil de consumo, a Interfood ingressa no negócio de bebidas funcionais com o lançamento da marca de kombuchas SUPERNOVA, chá fermentado probiótico que ficou famoso entre os amantes de alimentos naturais e saudáveis. Disponível em dois sabores Hibisco com maracujá e Mate com limão e gengibre as garrafas de 300 ml. 

Esta bebida originária da China tem como base o chá verde com adição de frutas, especiarias, flores e/ou outros chás e probióticos. Ela é fermentada na presença de leveduras e bactérias chamadas Scoby. É considerada uma bebida funcional, faz muito bem para a saúde, é detox e antioxidante, além de ser livre de glúten, lactose e alergênicos. A SUPERNOVA é encontrada em embalagem PET livre de BPA, reciclável e que se decompõe em até seis anos. 

Bebidas funcionais exercem alguma função extra no organismo como a melhora na saúde ou prevenção de doenças. Alguns exemplos são águas especiais (adicionada de sais ou saborizadas), bebidas fermentadas como kombucha e kefir, cafés distintos como o cold brew, chás, leites vegetais, probióticos (iogurtes) e sucos prensados a frio. Desta forma, a SUPERNOVA ingressa em um mercado bastante variado, natural, focado em saúde e no meio ambiente. 


Interfood 

A Interfood Importação é uma empresa nacional, fundada em 1985 e possui dois amplos depósitos, situados estrategicamente nos estados de São Paulo e Espírito Santo. Sua estrutura logística é uma das mais confiáveis e qualificadas para atender todas as regiões do país. A Interfood atende aos principais canais de distribuição, incluindo venda direta ao consumidor final, apoiando-se em tecnologia de extrema qualidade. Seus produtos, consagrados mundialmente, originam-se dos principais centros produtores como: Chile, Argentina, Uruguai, Estados Unidos, África do Sul, Portugal, Espanha, França, Itália, Holanda, Alemanha e Escócia. 


Serviço:

www.interfood.com.br


segunda-feira, 10 de maio de 2021

Setor de Bebidas registra alta de 56,7% no consumo de energia elétrica em abril

Os 15 ramos de atividade econômica acompanhados periodicamente pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica  CCEE se mostram cada vez mais resilientes diante do cenário adverso imposto pela pandemia de COVID-19 no Brasil. 

Foto: Divulgação


A organização tem monitorado a influência das medidas restritivas no consumo de eletricidade e, no levantamento mais recente, a indústria de Bebidas foi uma das que mais avançaram, com alta de 56,7% em abril. 

"Além de sinalizar retomada, o bom desempenho do mercado é um reflexo de que a produção se manteve em patamares mais elevados para abastecer a demanda dos consumidores que estão em casa, além do crescimento exponencial do segmento de delivery", avalia Rui Altieri, presidente do Conselho de Administração da CCEE. 

O estudo foi feito para as empresas que compram energia no mercado livre, comparando resultados com o mesmo período de 2020. Mesmo se excluirmos o efeito da adesão de novas cargas do setor de bebidas neste ambiente de contratação nos últimos 12 meses, o consumo segue em alta (51,3%). 


A CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica)

Responsável por viabilizar e gerenciar a comercialização de energia elétrica no país, garantindo a segurança e o equilíbrio financeiro deste mercado. A CCEE é uma associação civil sem fins lucrativos, mantida pelas empresas que compram e vendem energia no Brasil. O papel da CCEE é fortalecer o ambiente de comercialização de energia no ambiente regulado, no ambiente livre e no mercado de curto prazo por meio de regras e mecanismos que promovam relações comerciais sólidas e justas para todos os segmentos do setor (geração, distribuição, comercialização e consumo). 


Serviço:

www.ccee.org.br

sexta-feira, 7 de maio de 2021

Leão Alimentos e Bebidas celebra 120 anos de pioneirismo e solidez da marca no mercado brasileiro

Líder no segmento de chás e protagonista na construção de novos hábitos e tendências, empresa segue em ritmo de crescimento e inovando a cada ano, com portfólio diversificado para atender as preferências de todos os consumidores

Foto: Divulgação


A Leão Alimentos e Bebidas chega em 2021 com 120 anos superando metas, impulsionadas pelo desempenho da linha de chás para infusão, e com um portfólio inovador para atender os diversos gostos dos consumidores em todo o Brasil. Sua história se iniciou em 8 de maio de 1901, com a industrialização da erva-mate em Curitiba (Paraná), e é marcada pelo desenvolvimento e crescimento do segmento de chás no País. 

Empresa nacional, a Leão é líder de mercado em chás de infusão, com volume de 64,5% em market share, e prontos para beber. Em constante modernização, a Leão conta hoje com um portfólio com mais de 70 opções de produtos entre infusão e chás prontos para beber, que atendem aos mais diversos públicos. Essa variedade pode ser conferida nas linhas de chás funcionais, Senses (Premium), cápsulas e de infusão em água gelada, que ao longo dos anos têm colaborado para estimular e ampliar o consumo do chá no país, em qualquer momento, lugar e ocasião. 

"Leão é sinônimo de categoria, de cada três produtos vendidos no Brasil, dois são Leão. Com mais de um século de história, a empresa se reinventou várias vezes, pensou diferente e foi capaz de apresentar para o consumidor chás que atendem as mais diversas necessidades. Assumimos o compromisso de desenvolver o segmento, com a oferta de produtos de alta qualidade, saborosos, aromáticos e acessíveis. Somos líderes da categoria sempre apresentando novas possibilidades de chá aos nossos consumidores e criando novas tendências. Por tudo isso, temos muito orgulho da nossa história de 120 anos de celebrações", diz Dirk Schneider, CEO da Leão Alimentos e Bebidas. 

A Leão é uma empresa que tem em seu DNA um olhar atento ao bem-estar de seus consumidores, visando produtos naturais e saudáveis, além do compromisso com a qualidade deles. Isso se reflete no desenvolvimento de produtos inovadores, como a linha funcional - Requilibra, Recarrega, Reanima e Relaxa, que pelas suas composições apresentam propriedades interessantes em quatro frentes: Detox, Energia, Imunidade e Relaxamento e atende às necessidades de equilíbrio do corpo e mente. Já as cápsulas de chá Leão - compatíveis com máquinas Nespresso atendem um público que prima pela praticidade e conveniência, e a linha Senses, produzida na Turquia, permite uma experiência visual e sensorial, com refinados sabores, cores e aromas. 

"O brasileiro vem adquirindo novos hábitos e com isso a procura por chás vem crescendo, afinal, estamos diante de uma bebida sem restrições de consumo e que além de saborosa e aromática é capaz de fortalecer diferentes funcionalidades e boas sensações para o nosso dia a dia. Pensando sempre à frente, a Leão tem hoje uma linha de chás para preparo em água gelada - até então, inédita no Brasil - que quebrou a sazonalidade da bebida em períodos mais frios e conquistou os consumidores em todo o território nacional, de Norte a Sul do País", destaca Schneider. Vale ressaltar que hoje a empresa tem mais de 150 mil pontos de vendas cadastrados em todo o País. 


Responsabilidade ambiental e na cadeia produtiva 

A Leão também está atenta e faz constantes investimentos no aprimoramento de processos e tecnologias fabris. O pioneirismo da marca se reflete em seu compromisso com o meio ambiente e na cadeia produtiva. 

A empresa orgulha-se de sua unidade fabril em Fazenda Rio Grande, no Paraná, a primeira "fábrica verde" do Sistema Coca-Cola na América Latina, e também pioneira na conquista da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), na modalidade NC (New construction). A bio-arquitetura adotada inclui o maior telhado verde da América Latina que promove conforto ambiental, iluminação e ventilação naturais, captação e aproveitamento de água das chuvas, entre outras instalações verdes. 

A preocupação ambiental é conferida em toda a linha de produção. As duas fábricas responsáveis pela produção dos chás de infusão, situadas no Paraná, recebem investimentos contínuos para a redução de perdas e desperdícios de matéria-prima, energia, embalagens e de produto 

Desde 2014, a empresa conseguiu diminuir as emissões diretas de CO2 em mais de 50%, por meio do ganho de eficiência energética, da substituição de fontes de energia e a redução da compra de gases utilizados nos equipamentos de refrigeração. 

Além dos aspectos ambientais, a Leão sempre esteve atenta ao desenvolvimento local. A produção do Chá Matte é um exemplo. Ela começa com a plantação e colheita da erva-mate feitas pelos chamados ervateiros. Ao adquirir a matéria-prima diretamente deles, a Leão privilegia a agricultura familiar e o estímulo às pequenas indústrias no sul do País. 

"Nosso compromisso com a sustentabilidade permeia todo o negócio da empresa, do planejamento ao processo fabril, até a entrega final junto aos nossos parceiros", complementa Schneider. Com o objetivo de permanecer colaborando para o desenvolvimento do segmento e expandir o consumo de chá no País, a Leão reforça seu compromisso em levar aos brasileiros produtos de qualidade, acessíveis, com diversidade e que podem ser consumidos em diversas ocasiões e climas, seja em bebidas quentes, geladas, drinks, ou como ingredientes para alimentos, como bolos, pudins e o que mais a criatividade pedir. 


Linha do tempo 

Acontecimentos que marcam a história da Leão 

1901 - Fundação da Leão Júnior por Agostinho Ermelino de Leão Júnior em Curitiba (Paraná) 

1938 - Invenção do chá Matte Tostado 

1950 - Popularização da bebida com vendas de chá matte gelado nas praias cariocas 

2005 - Lançamento da linha Power, com a mistura de Mate e Guaraná. 

2007 - Integração com a Coca Cola Company 

2009 - Inauguração da Fábrica de Fazenda Rio Grande (PR) 

2018 - Lançamento das cápsulas de chá 

2019 - Lançamento da linha de infusão em água gelada 

2020 - Lançamento da linha de funcionais - Reequilibra, Recarrega, Reanima e Relaxa 


Leão Alimentos e Bebidas

A Leão Alimentos e Bebidas é responsável pela produção e gestão de parte significativa de toda a cadeia produtiva da linha nacional de bebidas sem gás do portfólio da Coca-Cola no Brasil. Entre os produtos que integram essa cadeia de responsabilidade, estão marcas líderes no seu mercado, como Chá Leão e Matte Leão, além da linha Leão Senses. Todas levam sabor, praticidade e bem-estar à mesa dos brasileiros. Com mais de 1.000 colaboradores, a companhia gera inúmeros empregos indiretos na sua cadeia agrícola e nas suas operações industriais e logística lógicas. A Leão Alimentos e Bebidas completa 120 anos, em 2021, com base em uma história de superação, inovação e sucesso, alinhada ao compromisso com a sustentabilidade, respeito às comunidades em seu entorno, funcionários, parceiros e consumidores. 


Serviço:

www.leaoalimentosebebidas.com.br

www.cocacolabrasil.com.br

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Berggren lança cerveja que leva em sua composição polpa natural de amora

A cerveja é uma Catharina Sour, primeiro estilo de cerveja brasileiro que foi aceito pelo BJCP (Beer Judge Certification Program), organização de certificação mundial para juízes de cerveja e bebidas fermentadas

Foto: Divulgação

Rica em vitamina C e vitamina A, e com propriedades antioxidante, anti-inflamatória e cicatrizante, além de minerais e ferro, a amora é uma fruta tropical encontrada na Ásia, África e América. Utilizada em diversas receitas que vão desde sorvetes de frutas vermelhas até bolo, ela também pode ser uma ótima opção para quem quer se refrescar no calor com uma cerveja bem gelada que a leva em sua composição. Pensando nisso, a Berggren acaba de lançar a Sour Amora, uma cerveja que leva em sua receita uma carga generosa da polpa natural da fruta.

A Berggren Sour Amora possui uma cor roxa intensa e é levemente turva, uma característica do estilo, além do corpo leve, acidez lática presente e espuma branca. É uma bebida leve, saborosa, aromática e ideal para os dias quentes. O preço sugerido da garrafa de 355ml é de R$15. O copo mais indicado para apreciar uma Catharina Sour é o flute, que também é utilizado para espumantes. A acidez presente nas cervejas Sour é capaz de limpar o paladar, então elas harmonizam com peixes, comidas mais gordurosas e frutos do mar.

A cerveja é uma Catharina Sour, primeiro estilo de cerveja brasileiro que foi aceito pelo BJCP (Beer Judge Certification Program), organização de certificação mundial para juízes de cerveja e bebidas fermentadas. Como o próprio nome já diz, o estilo foi criado por cervejarias de Santa Catarina em 2016, após um workshop com cervejarias locais. Porém, o estilo só foi reconhecido pelo BJCP em 2018.


A Berggren 

A Berggren é uma cervejaria que foi oficialmente inaugurada em novembro de 2015. Quem está à frente dos trabalhos é o Diretor Geral Lucas Berggren. A empresa teve seu projeto iniciado entre 2008/2009, quando a família Berggren começou a estudar o funcionamento dos equipamentos para a montagem da fábrica e entre 2013/2014 a família, que tem atuação na indústria têxtil, ganhou um fôlego financeiro e deu retomada definitiva ao projeto.

Produzindo cervejas de estilo clássico, e outras inspiradas na Escola Americana, a Berggren Bier conta com uma fábrica piloto (com laboratório e estrutura de envase) para testar as cervejas algo presente em poucas cervejarias do país.


Serviço:

www.berggrenbier.com.br



quarta-feira, 5 de maio de 2021

Relatório da Reforma Tributária preocupa o setor da Cachaça

Para o IBRAC, o parecer vai agravar o cenário de informalidade e ilegalidade do setor

Carlos Lima, diretor executivo do Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC) 

Foto: Gilmar Felix


O relatório da Reforma Tributária anunciado nesta terça-feira (04) pelo deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) pode acelerar o crescimento da informalidade e da ilegalidade que o setor da Cachaça enfrenta atualmente no país, além de onerar uma categoria que já detém uma das mais altas cargas tributárias do Brasil.

O relatório e a proposta de Emenda Constitucional apresentados hoje preveem a criação de um Imposto Seletivo, de caráter extrafiscal, para alguns setores, entre eles de bebidas alcoólicas, o que impactará diretamente no destilado verde e amarelo, a Cachaça.

Segundo Carlos Lima, diretor executivo do Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC), entidade representativa do setor da Cachaça, a Cachaça é hoje um dos produtos mais taxados do Brasil. Considerando apenas os principais impostos (PIS, COFINS, ICMS e IPI) e, com base em alíquotas nominais e tendo como referência o estado de São Paulo, a carga direta é de 59,25%. Considerados impostos diretos e indiretos esse número chega a mais de 80%.

Lima pontua que a categoria ainda não absorveu o impacto resultante do aumento do IPI no começo de 2015 para o setor de destilados. “O cenário se agravou quando, naquele ano, houve uma alteração que alterou a sistemática de cobrança de IPI. Essa alteração, no caso da Cachaça, em alguns casos, resultou em um aumento de mais de 200% só no valor do IPI pago”, explica.

A alta carga tributária é um dos principais fatores que contribui para a alta informalidade do setor. Segundo o último levantamento do Anuário da Cachaça, de 2020, realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o número de estabelecimentos produtores de Cachaça e Aguardente reduziu em 22,26%, passando em 2018 de 1.397 para 1.086 estabelecimentos em 2019. A informalidade do setor, em número de estabelecimentos, ultrapassa 90% quando comparamos ao número de estabelecimentos listados pelo IBGE, no Censo Agropecuário de 2016.  


Mercado ilegal 

A alta tributação também acelera o mercado ilegal de bebidas alcoólicas no Brasil. Dados da Euromonitor Internacional de 2018, e divulgados pelo IBRAC em 2019, registram que, em 2017, mais de 111 milhões de litros (em álcool puro) de destilados, o equivalente a 28,8% do volume comercializado, eram ilegais.

Se considerados os diversos ilícitos, a Cachaça é a categoria que mais sofre com o ilícito relacionado à produção ilegal e, segundo estimativas do IBRAC, cerca de 160 milhões de garrafas de 700 ml são fabricadas e comercializadas em desrespeito à legislação sanitária em vigor.

Um novo estudo feito Euromonitor International em 2020, intitulado “Álcool Ilícito na América Latina - Modelo de impacto da Covid-19”, realizado também pela consultoria em setembro de 2020 e que teve como base o estudo divulgado em 2019, estima que a pandemia pode ter elevado em, aproximadamente, 10,1% o mercado ilícito de bebidas destiladas no Brasil, em comparação com o ano de 2019. Com esse aumento, o mercado ilícito de destilados em 2020 pode ter alcançando aproximados 40%.

Segundo a consultoria, um produto ilegal pode custar até 70% menos que o legal. O estudo também revelou que com a ilegalidade de bebidas destiladas a evasão de impostos em 2017 chegou ao patamar de R$ 5,5 bilhões.

“Qualquer medida do governo de onerar ainda mais o setor da Cachaça e acentuar assimetrias já existentes no setor de bebidas alcoólicas vai acentuar a queda do número de produtores legalizados no Brasil e a contribuição do setor aos cofres públicos, além de incentivar a clandestinidade e o crescimento do mercado ilegal”, enfatiza Lima.

“Quem perde muito com isso é o brasileiro, ao consumir produtos sem procedência comprovada, e o Brasil na luta pela valorização de um produto que é símbolo nacional e vetor de desenvolvimento regional, que contribui significativamente para gerar emprego e renda para o país”, completa.

Atualmente, o setor da Cachaça é responsável pela geração de mais de 600 mil empregos diretos e indiretos. O destilado é o mais consumido pelos brasileiros e um dos quatro mais consumidos em todo mundo.


O IBRAC – Instituto Brasileiro da Cachaça 

Entidade representativa do segmento produtivo da Cachaça. Com abrangência nacional possui entre os seus associados as principais empresas (micro, pequenas, médias e grandes) do segmento produtivo da Cachaça, sejam elas produtoras, estandardizadoras ou engarrafadoras, que correspondem a mais de 80% do volume de Cachaça comercializado formalmente no Brasil. No Instituto também estão presentes 12 entidades de classe (estaduais/regionais/nacionais) do segmento produtivo.  Com essa composição o IBRAC é a mais ampla representação de uma categoria de bebidas no Brasil. 


Serviço:

www.ibrac.net


terça-feira, 4 de maio de 2021

Cooperativa Vinícola Garibaldi cresce em meio a pandemia e apresenta Relatório de Sustentabilidade

Resultados foram compartilhados com associados em mini reuniões.

Espumantes Cooperativa Vinícola Garibaldi

Foto: Cassius Fanti 

De forma consciente e com todos os protocolos de segurança, como o momento exige, a Cooperativa Vinícola Garibaldi apresentou aos seus associados os resultados obtidos no atípico ano de 2020. Mesmo diante de um quadro pandêmico, a cooperativa viu seu faturamento atingir os R$ 188 milhões, crescendo 12% em faturamento líquido. “Temos orgulho em dizer que superamos 2020 com louvor. Chegamos até aqui pela perseverança de nosso associado e pela resiliência de nossa equipe”, elogiou o presidente da cooperativa, Oscar Ló.

Os números que integram o Relatório de Sustentabilidade 2020 foram apresentados em pequenas reuniões de núcleos em oito diferentes municípios, para assim garantir a segurança e integridade dos associados, entre os dias 26 e 28 de abril de 2021.

O compilado de dados marcantes do exercício das atividades no ano passado – entre eles o um investimento de R$ 2,7 milhões em equipamentos e infraestrutura. Foram melhorias em tanques de inox e no recebimento de uva, além de aquisições de transpaleteira elétrica e plataforma de garrafas, entre outras ações. Ações como essas, ao lado do acompanhamento técnico aos produtores no campo, ajudam a entender por que a vinícola é uma das mais premiadas do país. Em 2020, foram 69 distinções internacionais recebidas em países como França, Portugal, Chile e Argentina. No Brasil, não foi diferente. A vinícola teve eleitos o Riesling Granja União e Relax Rosé como os melhores vinhos branco e rosé, respectivamente, na Avaliação Nacional de Vinhos e na Grande Prova Vinhos do Brasil.

De acordo com o documento, os principais produtos comercializados pela vinícola continuam sendo o suco de uva integral e o espumante. No ano passado, eles praticamente empataram na representatividade do faturamento da marca, respondendo por 36% cada no total das vendas o suco teve uma ligeira vantagem de meio ponto percentual. Com a comercialização de todos seus produtos, a cooperativa gerou R$ 48,9 milhões em impostos.  

Outro fato comemorado pela direção da casa foi a histórica safra de 2020. Excepcional por conta de sua qualidade, rendeu uma colheita de 20,1 milhões de quilos, 15% menor que a registrada em 2019. Por ela, a cooperativa pagou R$ 31,3 milhões aos associados.

Embora vários índices econômicos tenham ficado acima dos registrados em 2019, a pandemia impactou profundamente num dos mais concorridos atrativos da casa, o enoturismo. Por conta do distanciamento social, o movimento no Complexo Enoturístico caiu 90% durante a pandemia. Ainda assim, 52 mil pessoas passaram por lá, ajudando o atrativo a faturar R$ 3 milhões. 

 

Preocupação social

Mas se por um lado a pandemia reduziu as visitas na cooperativa, por outro deu visibilidade a seus compromissos sociais. Durante 2020, a organização confeccionou e doou 1,2 mil máscaras para funcionários e seus familiares se protegerem, ajudou com R$ 3 mil o Hospital São Pedro para compra de respiradores e entregou 70 cestas básicas para a assistência social do município. Além disso, reverteu 5% da venda de espumantes e vinhos rosé no Complexo Enoturístico para a Liga de Combate ao Câncer de Garibaldi e criou os programas “Nos Deixe Saber”, para os funcionários relatarem dificuldades, e “Garibaldi Aproxima”, compartilhando dicas, cuidados e alterações na legislação trabalhista por conta da covid-19.

 

Meio ambiente

A preocupação ambiental da cooperativa, um dos tripés para sua sustentabilidade ao lado do social e do econômico, mais uma vez gerou economia tanto para a vinícola quanto para o meio ambiente. Cerca de 70% da água residual tratada por ETE própria foi reutilizada nos processos internos da vinícola. Além disso, a utilização de gás natural como fonte de energia ajudou na preservação de 2 milhões de quilos de madeira.

Todo o consumo de energia elétrica da cooperativa, aliás, advém de fontes renováveis de energia. Os painéis solares foram responsáveis por gerar 105 mil Kwh de energia, o que possibilitou evitar a emissão de 14,8 toneladas de carbono na atmosfera.

 

Outros números

- Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais representam mais de 70% do mercado da cooperativa;

- A cooperativa vendeu 4 milhões de garrafas de espumantes;

- Fora do RS, os paulistas são os que mais visitam a vinícola, representando 19% do total;

- Os associados da cooperativa estão espalhados por 18 municípios;

- Do total de 20,1 milhões de quilos de uvas recebidos pela cooperativa, 25% foram destinadas a elaboração de espumantes.


Serviço:

www.vinicolagaribaldi.com.br

segunda-feira, 3 de maio de 2021

Consumo de vinhos no Brasil segue em alta

Importação bateu recorde em 2020 segundo dados da plataforma da LogComex

Foto: Divulgação


O segmento de vinhos importados vem passando ileso pelas crises econômicas, especialmente no Brasil. Segundo dados da plataforma Search, da LogComex empresa especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas para a cadeia de comércio exterior,  de 2019 para 2020 houve um aumento de 78% no volume importado do produto pelo país. Além disso, a produção e consumo de vinhos também apresentaram números expressivos em ano de pandemia, para se ter uma ideia, o consumo médio foi de 1,8 litros per capita e em 2020 subiu para 2,37 litros.

No Brasil, a Lei nº 7.678/1988 (alterada pela Lei nº 10.970/2004) proíbe a importação de vinhos e produtos derivados da uva e do vinho em vasilhames de capacidade superior a 5 litros. “Isso deve ser considerado no momento da importação, seja ela formal ou não”, adverte Helmuth Hoffstater, cofundador e CEO da LogComex.

Segundo o executivo, é importante sempre ter a assistência de um profissional adequado e capacitado para realizar a classificação fiscal deste e de qualquer outro produto. “Apesar de parecer intuitivo, para realizar uma classificação de forma correta é necessário conhecer as propriedades e características dos produtos, além de ter um vasto conhecimento das nomenclaturas e suas posições”, pondera Hoffstater.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) é o órgão público que tem a competência de analisar tudo o que for relacionado a produtos de uso agropecuário, obras de madeira, azeites, plantas vivas, flores, frutas, vinhos e bebidas em geral. Dependendo da complexidade do item, ele pode ser enquadrado em diversos procedimentos que são descritos na Instrução Normativa 51/2011 e pode, inclusive, chegar a necessitar de licença de importação prévia ao embarque. 

No caso do vinho, o enquadramento é feito dentro do Procedimento I para todos os NCMs (Nomenclatura Comum do Mercosul), o que permite que a análise seja feita após o embarque da mercadoria, desde que a relação de documentos seja devidamente apresentada.

Importante destacar que, quando se analisa o NCM mais utilizado atualmente pelos importadores de vinhos (2204.21.00), há uma incidência de 27% de Imposto de Importação (II), 10% de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), 9,65% de Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e 2,1% de Programa de Integração Social (PIS).

Hoffstater explica que essas alíquotas são altas para proteger a indústria nacional, objetivando incentivar a produção e o consumo local.


Popularização dos clubes de assinaturas

Embora os vinhos importados possam ser encontrados com facilidade em supermercados e lojas especializadas, os clubes de assinaturas na internet se popularizaram por oferecer uma ampla variedade de vinhos com entrega em domicílio de uma caixa mensal com itens selecionados e de acordo com a preferência do assinante.

A pandemia, mesmo que de forma indireta, elevou o consumo de vinho no Brasil e isso se reflete nos números de importação, de acordo com os dados da LogComex: foram mais de 153 milhões de quilos importados nos últimos meses.

Déco Rossi, sommelier e sócio da Winet, plataforma de venda de vinhos via internet, informa que de 2019 para 2020, o número de importações de vinho aumentou 15%, e de 2020 para 2021 o aumento foi de 33%. “E esse acréscimo no consumo aconteceu mesmo com o dólar estando 42% mais alto do que no início do ano passado”, pondera.

O valor FOB free on board ou livre a bordo em tradução livre chegou a ultrapassar a marca de US$ 427 milhões. Países como Chile, Portugal e Argentina se destacaram como as rotas principais de aquisição de vinho importado.

No Search, plataforma de busca da Logcomex, é possível encontrar essas e outras informações ainda mais específicas sobre vinho e muitos outros produtos, além de ter base de dados para análises mais profundas que permitam realizar projeções de mercado.


Helmuth Hofstatter

Empreendedor apaixonado por tecnologia e inovação, possui mais de 12 anos de experiência no segmento de logística internacional, fundador da LogComex, startup de big data, inteligência e automação para logística internacional. É especialista em gestão de produtos e nas mais diversas soluções voltadas ao universo do comércio exterior.


A LogComex

A LogComex é uma startup especializada em inteligência de dados para importação e exportação. Por meio de plataforma online com tecnologia própria, a empresa fornece ao mercado maior transparência e automatização das operações de logística internacional. A plataforma coleta e processa milhares de dados para gerar uma visão panorâmica, indicando previsibilidade e transparência para toda cadeia logística. O programa tem como base as operações que ocorrem no Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e EUA. A plataforma ainda é dividida em três módulos: Tracking Real Time, RPA Automação/Integração e Big Data Analitycs. 


Serviço:

www.logcomex.com

sexta-feira, 30 de abril de 2021

Novo hidromel da Melvin Bebidas é envasado em garrafa da Verallia

"Melvin, sua nova experiência" chega ao mercado nos sabores seco, suave e frutas vermelhas

Foto: Divulgação


A Melvin Bebidas lança no mercado as três versões do seu novo hidromel, envasados na garrafa Bordeaux Ecova 750 ml da Verallia: Melvin Seco, Suave e Frutas Vermelhas.

O Melvin Seco é elaborado com um blend especial de diferentes méis com predominância do mel de flor de laranjeira; Melvin Suave, que possui um toque a mais de mel, resultando num produto suave e delicado, e o Melvin Frutas Vermelhas feito com hidromel e suco de frutas vermelhas em perfeita harmonia. 

Por ser uma bebida de origem milenar, feita a partir da fermentação de mel, água e levedura, o hidromel vem ganhando visibilidade com as aparições em séries como Vikings, Game of Thrones e The Lord of Rings. Sabendo disso, o produto foi pensado principalmente nos telespectadores desses programas. Mas, com um propósito ainda mais abrangente, a Melvin Bebidas se propõe a levar o produto para um público além, resultando na criação das três versões e do slogan “Melvin, sua nova experiência”.


Envasamento

De acordo com Francisco Lang, cofundador da Melvin Bebidas, o desejo era fabricar uma garrafa que pudesse valorizar os produtos de forma elegante, fina e transparente, ressaltando o brilho de Melvin, e que também tivesse características técnicas de vedação adequadas para a sua preservação. Desta forma, todas as versões são trazidas em garrafas cilíndricas de 580g, com fechamento rosca e ombros bem marcados, em 330mm de altura, transmitindo muita elegância e robustez. “Também buscávamos um parceiro que fosse referência em qualidade e segurança para o consumidor, e que fosse comprometido com o desenvolvimento sustentável de forma relevante ao negócio de alimentos e bebidas”, explica Lang.

O programa de economia circular levado pela Verallia, por exemplo, vai ao encontro de uma questão crucial da embalagem no mercado. Adicionalmente, a Melvin Bebidas contribui com a preservação da biodiversidade, por meio do apoio aos projetos desenvolvidos pela www.beeornottobe.com.br, importante ONG que atua na preservação das abelhas no Brasil.

“Fomos muito bem recebidos pela Verallia no desenvolvimento do nosso projeto, o que nos permitiu concretizar esta parceria e trazer para o mercado Melvin essas embalagens, que contribuem muito para o destaque do produto no mercado”, conta.

 

A Verallia 

Na Verallia, nosso objetivo é reinventar o vidro para um futuro sustentável. Queremos redefinir como o vidro é produzido, reutilizado e reciclado, para torná-lo o material de embalagem mais sustentável do mundo. Trabalhamos em uma causa comum com nossos clientes, fornecedores e outros parceiros em toda a cadeia de valor para desenvolver novas soluções saudáveis e sustentáveis para todos. Com cerca de 10 mil colaboradores e 32 fábricas em 11 países, somos o líder europeu e o terceiro maior produtor global de embalagens de vidro para alimentos e bebidas, fornecendo soluções inovadoras, personalizadas e ecologicamente corretas para mais de 10 mil empresas em todo o mundo. A Verallia produziu mais de 16 bilhões de garrafas e potes e obteve receitas de € 2,5 bilhões em 2020. A Verallia está listada no compartimento A da bolsa de valores Euronext Paris (Ticker: VRLA - ISIN: FR0013447729) e está incluída nos índices SBF 120, CAC Mid 60, CAC Mid & Small e CAC All-Tradable. No Brasil, a Verallia tem três fábricas localizadas nas cidades de Campo Bom (RS), Porto Ferreira (SP) e Jacutinga (MG) e ainda disponibiliza aos seus clientes um Centro de Criações para o desenvolvimento de novos produtos. 


Serviço:

www.verallia.com.br

www.bebamelvin.com.br

 

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Suellen Moraes é a nova Gerente de Diversidade e Inclusão da Ball para a América do Sul

Com foco no Brasil, Argentina, Chile e Paraguai, ela terá como objetivo o impulso de políticas de liderança feminina, desenvolver processos de seleção de pessoal mais diversos e promover uma cultura organizacional inclusiva

Foto: Divulgação


Com dez anos de trajetória na companhia, Suellen Moraes foi nomeada Gerente de Diversidade e Inclusão da Ball para a América do Sul. Em sua nova posição, a profissional assumirá o desafio de implementar políticas de RH e cumprir com indicadores em uma área estratégica da Ball.

Nesse sentido, o plano de Diversidade e Inclusão tem três eixos fundamentais: gerar uma força de trabalho mais diversa, treinar e conscientizar os funcionários em todos os níveis hierárquicos e criar um ambiente de trabalho mais inclusivo.

O programa da Ball aponta para cumprimento de metas concretas na América do Sul:

Ampliação de mulheres em posições de liderança sênior.

Aumento do número de mulheres em posições de direção.

Ampliação de mulheres em cargos técnicos nas plantas da Ball.

Aumento do número de mulheres no planejamento da sucessão (vice-presidente e diretoras).

Mais de mil horas de formação para os líderes da América do Sul nas temáticas de diversidade e inclusão.

“O sucesso no longo prazo tem como base a nossa capacidade de adotar a diversidade e na promoção de um ambiente inclusivo, onde os funcionários possam prosperar. A diversidade entre indivíduos e as equipes ajuda a revelar ideias e estimula a inovação, que promove o crescimento e o valor em toda a nossa organização globalmente. Estou muito animada com os desafios que temos pela frente”, explicou Suellen Moraes.

Suellen trabalhou na Ball na área de Comunicação Corporativa e relações com a comunidade. Em todos esses anos de experiência foi conhecendo profundamente a cultura de trabalho da companhia e liderando projetos para o desenvolvimento educacional e de qualidade de vida das comunidades próximas às instalações da Ball. A partir da sua nova posição, passará a colaborar para que Ball seja uma empresa mais aberta, inclusiva e diversa.

 

Ball Corporation 

A Ball Corporation fornece soluções inovadoras e sustentáveis de embalagens para clientes de bebidas, alimentos e produtos domésticos, assim como tecnologias e serviços aeroespaciais, entre outros. Ball Corporation e suas subsidiárias empregam 21.500 pessoas em todo o mundo e registraram vendas líquidas proforma de US$ 11,8 bilhões em 2020. 


Serviço:

www.ball.com

 

quarta-feira, 28 de abril de 2021

HEINEKEN® cria nova interface de contato com o consumidor e apresenta aplicativo "MY HEINEKEN"

O lançamento acontece junto à campanha da marca para a UEFA Champions League, com promoções, conteúdos e brindes, além de um serviço de delivery por meio de parceiros nacionais como Clube Extra, Magalu, e Pão de Açúcar.

Foto: Divulgação


Criado para ser mais um elo de relacionamento com o consumidor, a Heineken® acaba de lançar o aplicativo "My Heineken®". Gratuito e disponível em abrangência nacional pelos sistemas Android e iOS, a plataforma oficializa a estreia da cervejaria em ambiente mobile para proporcionar uma nova experiência de consumo e interatividade. 

"Com esta novidade, desenvolvemos um novo ponto de contato com o nosso consumidor, de modo que proporcionamos benefícios exclusivos como o serviço de Junte e Troque. Um programa de pontos criado especialmente para premiar os fãs da marca com brindes oficiais que são itens de desejo, como: copos, jaquetas, mochilas, bonés e bolas de futebol", explica Jussara Calife, diretora de Trade Marketing ON/OFF do Grupo HEINEKEN no Brasil. Para participar, é preciso seguir o passo a passo, cadastrar o código do cupom fiscal da compra e somar os pontos necessários para realizar resgates. 

O lançamento do aplicativo acontece junto à campanha da marca para a UEFA Champions League, principal torneio de times do futebol mundial, patrocinado pela Heineken há 16 anos. "Enxergamos que esta novidade é oportuna e, neste momento, possibilita o estreitamento do nosso laço com os consumidores amantes de futebol, uma vez que a maior parte deles está assistindo às partidas finais do torneio em suas casas", comenta Gabriel D'Angelo Braz, diretor de marketing da marca Heineken® no Brasil. 

Segundo Jussara, a seção Heineken® Delivery é especial, pois completa o ecossistema de contato com o consumidor, permitindo que realizem compras de cerveja com garantia de entrega por meio de parceiros de e-commerce como Clube Extra, Magalu, e Pão de Açúcar, que operam nacionalmente, e Mambo (SP), Angeloni (SC), Mufatto (PR) e Zona Sul (RJ), que operam regionalmente. Por fim, também será possível assistir os grandes lances das partidas finais da temporada 20/21 da UEFA Champions League, assim como fazer download de vários conteúdos como wallpapers, stickers e até assistir vídeos especiais da Heineken® TV. 

Durante o período da campanha da UEFA Champions League, os usuários terão acesso a multiplicadores de pontos por meio de dinâmicas inéditas e, até 25 de junho, estará disponível para troca apenas itens exclusivos e com o selo oficial do torneio. 

O aplicativo My Heineken® foi desenvolvido pela cervejaria, em conjunto com as agências Casion e Integer\OutPromo, o seu acesso, cadastro e conteúdo é permitido apenas para maiores de 18 anos. 


Grupo HEINEKEN no Brasil 

O Grupo HEINEKEN chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA e, em 2017, adquiriu a Brasil Kirin Holding S.A ("Brasil Kirin"), tornando-se o segundo player no mercado brasileiro de cervejas. O Grupo gera mais de 13 mil empregos e tem 15 unidades produtivas no país, sendo 12 cervejarias, localizadas em Alagoinhas (BA), Alexânia (GO), Araraquara (SP), Benevides (PA), Caxias (MA), Igarassu (PE), Igrejinha (RS), Itu (SP), Jacareí (SP), Pacatuba (CE), Ponta Grossa (PR) e Recife (PE), duas micro cervejarias em Campos do Jordão (SP) e Blumenau (SC) e uma unidade de concentrados para refrigerantes em Manaus (AM). No Brasil, o portfólio de cervejas do Grupo HEINEKEN é composto por Heineken®, Sol, Amstel, Kaiser, Bavaria, Eisenbahn, Baden Baden, Devassa, Schin, Glacial, No Grau, Kirin Ichiban e Lagunitas. O portfólio de não alcoólicos inclui Água Schin, Schin Tônica, Skinka e os refrigerantes Itubaína, Viva Schin e FYs. Com sede em São Paulo, a companhia é uma subsidiária da HEINEKEN NV, a maior cervejaria da Europa. 


Serviço:

www.heineken.com.br


Anuário IB 2018